Notícia

Conheça as novidades

18 de jun

A rejeição das mídias usuais



 
Se hoje em dia ainda não se pode classificar a internet como principal meio de comunicação no Brasil, em decorrência da abrangência da televisão ainda ser muito maior, a mesma nos últimos anos tornou-se um expoente do que virá a ser televisionado. Em contrapartida de toda relevância e influência que as emissoras de televisão possuem no país, seu prestigio e aceitação, principalmente do público com idade inferior a 35 anos não são tão altos.
 
Constantemente acusados de parcialidade e de realizarem jogos de interesses com partidos políticos, os grupos empresariais que comandam os canais televisivos perderam grande parte de sua audiência que prefere se informar via sites a ter de assistir aos tradicionais jornais.
 
Ao contrário do que a primeira vista se possa imaginar, a atual geração de jovens adultos nascidos em meados doas anos 80 e 90, não cresceu com as facilidades e interatividade que atualmente a internet oferece, é só lembrar-se dos domingos à tarde, há uns 20 anos quando quase ninguém tinha computador em casa e smartphone era invenção de filme futurista, a família reunia-se para assistir aos programas dominicais que ainda hoje se utilizam de quadros semelhantes ao da época para entreter aos telespectadores. O que ocorreu é que a maioria das atrações que se adaptavam bem a realidade cultural de anos atrás, hoje já não supre aos interesses da parcela da população citada anteriormente.
 
O conservadorismo com que agem as emissoras de TV seja em seus programas ou em posicionamentos adotados é um dos fatores que fazem com que haja certa relutância na aceitação desse veículo como maneira de informação. Recentemente o grupo Globo de Comunicação deixou de postar nas páginas oficiais de seus programas, jornais e revistas do facebook com a justificativa que ao destinarem conteúdo à rede social o site estaria “roubando” audiência de suas plataformas oficiais. Tal atitude repercutiu negativamente, pois com esta atitude o grupo limita seus meios de divulgação, agindo na contramão do que é esperado na comunicação contemporânea.