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11 de set

Mas afinal, o que é o QR Code?

O código se tornou popular em anúncios publicitários ao longo dos últimos anos.


 
Criado em 1994 pela Denso Wave, empresa que atua na indústria automobilística japonesa, o QR Code tinha a função de catalogar peças na hora da montagem de veículos, permitindo que uma câmera identificasse duas informações cada vez que as peças passavam por uma fase da linha de montagem. Por ter o objetivo de agilizar todo esse processo, o código recebeu o nome QR (Quick Response, algo como Resposta Rápida).
 
Desde 2003, no entanto, o código vem sendo utilizado não somente no meio industrial, mas também fora dele. Anúncios publicitários, embalagens de produtos, matérias de sites e revistas, programas televisivos e muito mais já contam com o código como um meio diferenciado de transmitir informações ao consumidor.
 
Complexo, o QR Code ordena as informações em uma matriz de duas dimensões, o que possibilita a armazenagem de até 100 vezes mais dados e caracteres do que o código de barras tradicional. Ele é formado por diversos pixels pretos que representam o conteúdo que nele está armazenado.
 
Diferente do código de barras tradicional, que só é “lido” pelo laser do aparelho de leitura óptica, o QR Code pode ter suas informações lidas digitalmente, principalmente devido à suas duas dimensões.
 
Para que essa leitura aconteça, é necessário baixar um aplicativo que utilize a câmera do seu smartphone ou tablet para capturar a imagem do QR Code e, através do processador, assimilar todas as informações contidas nele. Ao fazê-lo, o aplicativo irá transformar os pixels em informações e direcionar ao site, vídeo, imagem, mensagem ou música contido nele.
 
Apesar de muito eficiente e moderno, o QR Code parece não ter caído no gosto da população brasileira. Isso aconteceu, muito provavelmente, devido à época em que a novidade chegou ao país.
 
Naqueles anos, os celulares não continham tanta memória, e por isso seus usuários escolhiam não ocupar seu espaço com algo que ainda não havia viralizado por aqui. A taxa de download baixa (por conta da velocidade da internet) e a câmera com baixa resolução para leitura dos códigos também fazem parte da lista de possíveis fatores.