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27 de maio

Seria possível viver sem internet?

A internet abre espaço, de uma maneira muito eficiente, para a realização de inúmeras atividades sem sair de casa, permitindo que possamos resolver diversas questões com apenas um clique. E com muitas possibilidades na palma da mão, se relacionar com pessoas, se informar, estudar e usar outros recursos ficou ainda mais fácil, refletindo isso em dados que mostram que os brasileiros estão cada vez mais utilizando essa ferramenta.
 
Uma pesquisa recente da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que, atualmente, cerca de dois terços da população do país (69,8%) possui conexão com a internet. Em 2017, o índice brasileiro era de 126,3 milhões de usuários, destacando um aumento de 10,2 milhões em comparação ao ano de 2016.
 
Dentre os inúmeros recursos que podem ser utilizados através da tecnologia estão o GPS, que tornou as listas telefônicas e os mapas impressos coisas do passado, e as transações bancárias, que hoje são feitas com apenas um clique. Do mesmo modo, as notícias correm de forma muito mais rápida, já que atualmente é possível manter-se informado sobre tudo o que acontece no seu bairro, estado, país ou em qualquer canto do mundo em segundos por meio das mídias digitais.
 
Mas nem tudo são flores: além dos ataques virtuais e ameaças a dados corporativos, risco sempre presente para quem usa a rede, a internet também pode fazer muita falta quando seu pacote de dados acaba ou o wi-fi não funciona, gerando desde tédio até sérios problemas para o usuário.
 
A questão porém é que, mesmo que você saia desse universo, seus colegas, família e amigos vão continuar utilizando todos os recursos que a internet oferece, e com o tempo é provável que você fique cada vez mais distante deles, já que é através dessa rede que são compartilhadas notícias de nascimento, morte e casamento, entre outras.
 
Com tantas possibilidades oferecidas pela rede, fica a dúvida: será que viver conectado vai, aos poucos, se tornando uma verdadeira necessidade para o bom convívio com a sociedade?