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16 de jul

O verdadeiro campeão dessa Copa não é a França: são as marcas!

Além da França, tivemos outras campeãs nessa Copa: as marcas!

 
Ontem, depois de pouco mais de um mês de Copa do Mundo, foi finalmente determinado um grande vencedor (que infelizmente não é o Brasil). Mas para não ficarmos chorando pelo leite derramado, é bom ressaltar que a França também não foi a única campeã da Copa: as marcas patrocinadoras deste evento também deram um verdadeiro show em campo!
 
Já não é novidade que a Copa tornou-se muito mais do que uma competição futebolística. Atualmente, com a globalização e poderio de investimento destinado ao marketing, as marcas começaram a almejar a Copa do Mundo para ativação de campanhas publicitárias, a fim de atrair para si o alcance que este evento possui.
 
O montante arrecadado na Copa da Rússia pela FIFA, segundo a consultoria Zenith, foi de US$2,4 bilhões. Em reais, seriam cerca de 9 bilhões, quantia que confirma a importância que esse espetáculo oferece em forma de valor agregado às grandes empresas.
 
A China, por exemplo, foi uma das nações que mais tiveram empresas presentes como patrocinadoras da Copa. Marcas como Vivo, Dalian Wanda Group e Mengniu, entre muitas outras, enxergaram a Copa da Rússia como uma oportunidade de se apresentarem ao mundo. Tal estratégia de comunicação também teve um viés regional, já que os dois países fazem fronteira entre si.
 
As empresas brasileiras também fizeram um gol de placa nesta Copa, principalmente durante o jogo entre Brasil x Bélgica. Apesar do resultado não ter sido positivo para a nossa seleção, a Vivo, marca brasileira pertencente à Telefônica Brasil, ficou em segundo lugar no ranking que continha as empresas mais comentadas durante o jogo.
 
A empresa utilizou a estratégia de comentários real time no Twitter para gerar engajamento com seus seguidores, agregando valor à marca e gerando empatia com os usuários ávidos dessa rede social.
 

Vivo

 
Mas não é só de conteúdos previamente estabelecidos que vive uma grande campanha! Pois, assim como no futebol, a improvisação também é fundamental na comunicação – e o McDonald’s, mais do que qualquer outra marca, soube utilizar essa tática com maestria.
 
Por conta do grande número de pedidos, a marca resolveu colocar de lado a regra inicial dos seus lanches em homenagem à Copa. Dessa forma, um lanche de um país que não havia sido campeão mundial foi adicionado ao cardápio: o McCroácia.
 
O sanduíche continha frango crispy, cogumelos caramelizados, tomate, bacon, parmesão, cebola crispy e mostarda rústica no pão com gergelim preto e branco.
 
McDonald's

 
Portugal também esteve em campo nas quartas de final! Mas não foi comandada por Cristiano Ronaldo, e sim por uma empresa portuguesa que utilizou, com sabedoria, o Marketing de Oportunidade.
 
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) reconheceu uma oportunidade e investiu nela ao utilizar o fenômeno mundial das quedas de Neymar como conteúdo, resultando em um aumento astronômico no alcance e engajamento dessa publicação no Twitter. Tal ação mostra que não é preciso ser uma empresa patrocinadora do evento para se apoderar do buzz gerado a partir dele.
 

 
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